Paranatinga, 21 de Março de 2019

Variedades

MAGIA MUITO GRANDE

Felipe Araújo fala sobre a chegada de Miguel, seu primeiro filho

Publicado 01/03/2019 14:37:01


Reprodução

 

Felipe Araújo com a mãe, Neusania, e o filho, Miguel

THAÍS MEINICKE
DO GSHOW

O talento e o dom para fazer hits vem de família! Aos 23 anos, Felipe Araújo já se consagrou como um dos principais cantores sertanejos de sua geração. Com a música "Atrasadinha", parceria com Ferrugem, estourada em todo o país, ele estará no Caldeirão deste sábado, 2/3, cantando o sucesso no palco do programa. Em um papo com o Gshow nos bastidores da gravação, Felipe falou sobre de Carnaval, carreira, família e do filho Miguel, que nasceu há apenas 18 dias.

 

"Desde que soube que ia ser pai, tudo que tenho feito é pensando muito mais nele do que em qualquer outra pessoa. É uma magia muito grande, só quem passa por essa sensação sabe do que estou falando."

 

A escolha do nome do pequeno teve uma inspiração religiosa: "É por causa de São Miguel Arcanjo. Acho esse nome muito bonito, muito abençoado. Tanto eu quanto a Carol, que é a mãe do Miguel, sempre gostamos mais desse nome do que de todos os outros, então foi um consenso geral", explica.

 

Agora, Felipe se espelha no próprio pai para a criação do filho. "Tive a melhor escola do mundo por conta do meu pai, que sempre me apoiou demais, e pretendo ser do mesmo jeito com o Miguel, ver o que ele vai querer fazer para a vida dele e sempre apoiá-lo em todas as decisões que tomar, assim como meu pai me apoiou em tudo o que fiz", explica o cantor sobre João Reis, que era empresário de Cristiano Araújo e, após a sua morte, acompanha o caçula.

 

"Quero estar junto com o Miguel sempre para poder ensinar tudo o que aprendi com a minha família. Tenho certeza que ele vai ser um menino muito abençoado por Deus."

 

A relação do pai com a música vem de longa data, desde que Cristiano ainda era criança. "Meu pai sempre esteve do nosso lado para tudo e nos incentivou muito a trabalhar com música, porque é muito apaixonado. Ele sempre viajou com o Cristiano para todos os shows e já tem quatro anos que viaja comigo. É muito importante esse convívio, porque ele representa a minha família", conta Felipe, frisando que João não o perde de vista: "Também é bom porque ele está sempre do meu lado não deixando eu fazer coisas erradas, puxando a minha orelha", diverte-se.

 

"Minha vida é uma correria muito grande e, muitas vezes, fico um tempo sem ver minha família, então mato um pouquinho a saudade de casa com o meu pai do meu lado."

 

Agora que também é pai, Felipe é quem se divide para estar presente para o filho. Com a agenda lotada de shows pelo Brasil, ele aproveita todo o tempo livre para ver Miguel, que mora em Vitória, no Espírito Santo, com a mãe, Caroline Marchezi. "Como sou muito novo, tenho que aproveitar esse momento que estou vivendo, e quando tenho folga, priorizo visitar o Miguel do que a minha própria família", explica o sertanejo, que vive em Goiânia e estava há sete dias longe do filho quando participou da gravação com Luciano Huck.

 

Se trabalho é o que não falta neste momento da carreira, durante a folia não poderia ser diferente. "Vou fazer show todos os dias do Carnaval, em várias cidades diferentes", conta ele, que se apresenta em cidades de São Paulo, Minas Gerais, Ceará, Rio de Janeiro e Santa Catarina até o final da semana que vem. "A correria vai ser muito grande, mas sou um cara que gosta muito de trabalhar, de fazer show, de viajar e levar minha música para o máximo de pessoas que eu puder. Estou feliz em saber que a agenda está lotada para esse Carnaval e para o ano inteiro. Isso é a realização de um sonho", diz.

 

Trabalhar durante a folia nunca foi problema para Felipe. "Nunca gostei muito de curtir o Carnaval, sempre fui um cara mais tranquilo", diz ele, que se acostumou desde cedo com a rotina de shows nessa época do ano. "A partir do momento em que o Cristiano começou a se apresentar, eu sempre viajava com ele nos Carnavais para cantar e fazer participação nos shows. Mesmo antes de começar a fazer sucesso, das minhas músicas começarem a tocar, quando ainda tinha dupla sertaneja, eu tocava em bares de Goiânia e fazia shows em cidades ali na região. Então, desde os 15 anos, passo o Carnaval cantando em algum lugar, nunca fui muito de festa".

 

 

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