Paranatinga, 19 de Setembro de 2018

Tecnologia

Japoneses desenvolvem ‘pele eletrônica’ que exibe batimento cardíaco na mão

Batimento Cardíaco | 25/02/2018 13:25:48


Pesquisadores japoneses desenvolveram uma espécie de pele eletrônica capaz de monitorar e exibir sinais vitais, como o batimento cardíaco, na mão de um paciente. O dispositivo consiste basicamente em uma tecnologia respirável equipada com eletrodos, sensores e fiação elástica, que se adapta aos movimentos do corpo. Ele exibe, por meio de microiluminação de LED, as informações necessárias sobre o estado de saúde de qualquer pessoa com o item implantado.

O aparelho, criado por uma equipe da Universidade de Tóquio, permite responder com mais rapidez a situações de risco, especialmente no caso de pacientes vulneráveis ou cujo estado de saúde demande atenção mais detalhada. Além de o dispositivo exibir os dados na pele, há a possibilidade de que eles sejam sincronizados com um smartphone e enviados, então, por meio da internet, para equipes médicas, que poderão responder a situações de emergência com mais agilidade.

Tecnologias similares já foram desenvolvidas antes, mas sempre apresentaram falhas ou fragilidades que impediam o avanço das pesquisas. Ao que tudo indica, a novidade elaborada pelos japoneses já foi concebida com essas situações em mente, resultando em um produto mais resistente e seguro, mas que ainda demanda aperfeiçoamento. Além disso, a técnica empregada para a fabricação das suas placas de circuito é bastante convencional, o que vai permitir que os custos sejam reduzidos.

Vendas previstas para 2021

Espera-se que a pele eletrônica possa ser comercializada em até 3 anos. A Dai Nippon Printing, envolvida no processo de desenvolvimento do produto, deve ser capaz de oferecê-lo ao mercado tão logo possa se certificar de que ele é totalmente seguro. Outros fatores importantes envolvem garantir o aumento da cobertura de monitoramento para outras áreas do corpo e, naturalmente, a capacidade de produzir a pele eletrônica em escala.

A expectativa é de que, quando puder de fato fazer parte da rotina de médicos e pacientes, o produto contribua para a qualidade de vida de pessoas com mobilidade reduzida. Além disso, a pele eletrônica deve ser de grande utilidade em situações de perda de consciência, permitindo que qualquer pessoa próxima da pessoa desfalecida possa ajudar a obter atendimento rápido e preciso.

 

 

Fonte: TEC MUNDO

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