Paranatinga, 18 de Outubro de 2018

Ronda Policial

Trio é preso por usar nome de juiz para aplicar golpe em MT

VENDA DE MOTO | 16/03/2018 16:18:28


Um homem de 55 anos foi vítima de três criminosos após eles usarem o nome do juiz do juiz Wladimir Perri, da Vara Criminal de Rondonópolis, para negociar pela internet a venda de uma motocicleta. O trio foi preso e teria aplicado um golpe de R$ 3 mil na vítima, que mora na cidade de Alto Araguaia (417 km de Cuiabá).

O trio identificado como Gabriel Freitas Cavalcante, 20, Rafael Douglas Nascimento de Queiroz, 24, e Thierry França de Oliveira, 20.

De acordo com as informações, os criminosos fizeram uma postagem, via Facebook em nome do juiz, em um site de compras. No anúncio, era oferecido uma moto Honda Biz pelo valor de R$7 mil.

A vítima entrou em contato com os suspeitos que se identificou como juiz e que estava vendendo a moto de uma funcionária. A vítima fez o depósito no valor de R$ 3 mil em uma conta bancária.

Para receber o veículo, a vítima foi até a cidade de Rondonópolis e marcou um encontro com o suposto vendedor. Enquanto aguardava no local, o suspeito Gabriel ligou para a vítima e mudou o local de entrega da moto.

Mais tarde, ao se encontrar com a vítima, Gabriel disse que teria que passar em um local e levou o homem para uma fábrica vazia. Lá, ele anunciou o assalto. 

Junto com os comparsas, o suspeito levou a quantia de R$ 4.800 que estava com a vítima, além de um aparelho celular.

Assim que os bandidos fugiram, a equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF- ROO) foi acionada e localizou o trio no bairro Tropical. Em flagrante, os suspeitos foram conduzidos para 1ª Delegacia de Polícia (1ªDP).

FATO REPETIDO

Em setembro de 2017, o juiz já havia denunciado que seu nome estava sendo utilizado para a prática de golpes. Segundo ele, criminosos estariam utilizando seu nome e sua foto para praticar roubos e extorsões em Mato Grosso e pelo menos outros dois estados.

“Eu decidi divulgar essa situação como forma de alertar a população, para que não sejam vítimas desses golpes, e até mesmo para resguardar a minha integridade física. A partir do momento em que eu divulgo isso, se a pessoa tiver interesse em me fazer mal, de repente pode se sentir inibida”, disse o vereador na época.

 

Fonte: FOLHAMAX

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