Paranatinga, 27 de Maio de 2018

Ronda Policial

Polícia Civil confirma ex como principal suspeito de matar homem no Parque da Cidade, no DF

DISTRITO FEDERAL | 31/01/2018 13:28:44


A Polícia Civil do Distrito Federal concluiu as investigações sobre o caso do funcionário da Latam morto no Parque da Cidade, em Brasília, em dezembro do ano passado. Com os indícios levantados, a corporação decidiu indiciar o ex-namorado da vítima – preso preventivamente como principal suspeito – por homicídio qualificado.

Com a conclusão do inquérito, o processo é enviado ao Ministério Público do DF, que pode denunciar o suspeito à Justiça pelo mesmo crime ou adotar uma nova interpretação. A pena para o homicídio qualificado varia de 12 a 30 anos de prisão.

Frederico Bruno da Silva foi detido em casa no dia 2 de janeiro, no condomínio RK, em Sobradinho, e seguia até esta terça-feira (30) na carceragem da Polícia Civil. Ele nega envolvimento na morte.

Para a polícia, “há provas materiais” de que o ex-namorado da vítima é o autor do crime. Registros de entrada e saída do condomínio onde morava mostram que o suspeito saiu de casa à 0h51 e só retornou às 2h41 do mesmo dia.

'Ciumento e possessivo'

Além das imagens, para dar andamento às investigações, a Polícia Civil também teve acesso ao celular da vítima. No aparelho, as mensagens trocadas entre vítima e autor mostravam que Frederico era uma pessoa que demonstrava um “exagero de ciúmes” do companheiro – o que teria motivado, inclusive, o fim do relacionamento.

 

Nesta terça, a Polícia Civil divulgou imagens do circuito de segurança do Parque da Cidade. O vídeo mostra um carro próximo ao local onde o funcionário da Latam foi encontrado morto. Segundo as investigações, o modelo é semelhante ao veículo do ex.

De acordo com o delegado-adjunto da 1ª Delegacia de Polícia, João Ataliba Neto, o casal costumava ir ao parque para se relacionar com outras pessoas. Ao ser confrontado com as imagens das câmeras, Frederico teria admitido ser dono do veículo.

O delegado que investiga o caso afirma, ainda, que no celular há registros de videochamadas entre os envolvidos. Testemunhas afirmaram à polícia que o relacionamento dos dois estava “desgastado” desde novembro – ao contrário do que dizia o suspeito.

Até a última atualização da polícia, a arma do crime ainda não tinha sido encontrada. Apesar disso, os policiais acharam um coldre – estojo usado para guardar armamento na cintura – em um armário do quarto do suspeito. O compartimento é do mesmo tamanho da arma utilizada no crime, calibre .38.

 

 

Fonte: G1

Anuncios

CURTA NOSSA FAN PAGE