Paranatinga, 19 de Abril de 2019

Política

FALTA DE MATERIAIS

Secretário classifica como alarde e terrorismo denúncia de médicos

Publicado 04/04/2019 21:15:38


TV CENTRO AMÉRICA 

O secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Antônio Possas de Carvalho, confirmou que há falta de insumos e medicamentos no Hospital e Pronto Socorro da capital, mas classificou como “alarde e terrorismo” a denúncia feita por servidores do centro cirúrgico.

 

Na denúncia feita foi feita ao Sindicato dos Médicos do Estado de Mato Grosso (Sindimed-MT) e ao Conselho Regional de Medicina (CRM) a falta de insumos básicos considerados indispensáveis para a realização de cirurgias. Entre os materiais que acabaram estão luvas, caixas de sutura e dissecação e compressas.

 

“Esses insumos e medicamentes que faltaram, parece-me que é muito pouco. O que existe é um grande alarde, existe um terrorismo em cima disso. Você sabe como é ter um servidor insatisfeito porque, as vezes, você tirou dele algum benefício. Já está até identificado quem fez essa denúncia infundada”, afirmou o secretário.

 

O que existe é um grande alarde, existe um terrorismo em cima disso. Você sabe como é ter um servidor insatisfeito porque, as vezes, você tirou dele algum benefício

 

Apesar disso, Possas de Carvalho confirma que a denúncia é verdadeira. “Desde janeiro, essa é a primeira vez que a gente vê a falta de insumos e medicamentos”, diz.

 

O secretário diz que para resolver o problema, fará uma licitação.

 

“Estou fechando um processo de licitação para que nos próximos 180 dias para que não se fale mais em falta de medicamentos e insumos”, afirmou.

 

Na denúncia feita pelos servidores, consta que os materiais são considerados imprescindíveis especialmente para a realização de procedimentos cirúrgicos de grande porte e com alto potencial de sangramento.

 

De acordo com os médicos, no momento estão sendo utilizados materiais paliativos para os casos menos graves. Porém, este material também já está acabando e não substitui de maneira eficaz as compressas estéreis, que possuem baixo custo e podem ser compradas em caráter emergencial pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

 

Além disso, dois equipamentos do centro cirúrgico, denominados ‘eletrocautérios’, não estão funcionando adequadamente, segundo relatos dos profissionais. Diante disso, os médicos-cirurgiões pedem à direção do Pronto Socorro a transferência dos pacientes para outras unidades. No entanto, o hospital mais próximo, a Santa Casa de Misericórdia, está fechada há cerca de duas semanas.

 

Fonte: midianews

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