Paranatinga, 19 de Janeiro de 2019

Política

DISCURSO DE POSSE

Problema não é receita, mas o total descontrole das despesas

Publicado 01/01/2019 19:31:45


REDAÇÃO

O governador Mauro Mendes (DEM) foi empossado na tarde desta terça-feira (1º), na Assembleia Legislativa. Em seu discurso, de pouco mais de 16 minutos, disse ter compreensão dos desafios que sua gestão enfrentará e pediu apoio dos Poderes e dos servidores públicos.

 

“Se não tivermos compreensão e, acima de tudo, coragem de fazer o que precisa, estaremos condenando o País em pouco tempo ao maior fracasso da sua história. Eu tenho certeza que nós aqui não queremos fazer parte disso, queremos dar nossa contribuição para que possamos encontrar as soluções”, afirmou.

 

Ele afirmou que o maior problema do Estado é o total descontrole nos gastos da máquina pública.

 

“Não podemos falar de tributação e receita se não formos capazes de compreender que o problema não foi falta de receita, mas o absoluto descontrole das despesas, que nos mergulhou em uma das piores crises vividas pelo Estado. Mato Grosso não convivia com atraso de salarial há mais de 20 anos”, disse.

 

Ele criticou a gestão de Pedro Taques (PSDB), que deixou o governo não sendo reeleito. Disse que o tucano é responsável por retornar o atraso nos salários dos servidores públicos. E ainda classificou como incógnita a gestão do ex-aliado.

 

 

Não podemos falar de tributação e receita se não formos capazes de compreender que o problema não foi falta de receita, mas o absoluto descontrole das despesas

“Todos conhecemos a dura realidade do Estado. Não preciso traduzir os números desse governo que termina neste momento. Foi grande a incógnita, grande a interrogação do papel que ele poderia ter cumprido. O governo colecionou números que certamente envergonham todos nós”, afirmou.

 

O democrata afirmou ainda que fará uma discussão a respeito da contribuição que o agronegócio pode dar nos próximos anos. Atualmente, o setor é desonerado por meio da Lei Kandir.

 

“Todos temos que nos orgulhar e reconhecer o que esse setor tem feito ao Estado. Mas certamente vamos fazer alguns bons debates sobre o modelo de tributação que vamos modelar para os próximos anos”, disse.

 

“Mas não é justo nos valemos do agronegócio sem falar de outros setores, como também o comércio, a indústria, os programas de incentivo fiscal. Todos vão ser objeto de análise com a ótica do interesse público”, afirmou.

 

 

Fonte: Mídia News

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