Paranatinga, 09 de Abril de 2020

Política

“FIM DA DESESTRUTURAÇÃO FISCAL”

Gallo: Mendes adotou medidas e Estado deixou cenário de caos

Publicado 09/03/2020 14:44:26


DOUGLAS TRIELLI E BRUNO GARCIA
DA REDAÇÃO

 

O secretário de Estado de Fazenda Rogério Gallo afirmou que as medidas consideradas amargas, adotadas pelo governador Mauro Mendes (DEM) em 2019, resultaram em um gasto menor que a receita e um superávit de R$ 870,7 milhões.

 

Ao todo, o Executivo teve uma receita de R$ 20,7 bilhões e despesas de R$ 19,8 bilhões. Os dados fazem parte do balanço das metas fiscais do 3º quadrimestre do ano passado.

 

 

Segundo Gallo, o Governo deixou o cenário de caos deixado pela gestão passada.

 

“Havia, sim, um cenário muito ruim, mas o governador Mauro adotou as medidas necessárias para que tivéssemos a contenção da despesa e chegássemos ao final do ano com uma melhorar da receita. Saímos de um indicador de 58% de gastos com folha do executivo para 52%. E a lei estabelece 49%. Ainda estamos acima”, afirmou.

 

 

Havia, sim, um cenário muito ruim, mas o governador Mauro adotou as medidas necessárias para que tivéssemos a contenção da despesa

“O próprio servidor e a população percebem que, com a situação melhorando, vamos ter condição de manter policial na rua, não terá mais carro de policial sendo recolhido, como foi em janeiro de 2019. Um cenário de caos. Quem não enxerga é porque não quer ver. É importante deixar claro que havia, sim, um cenário de profunda desestruturação fiscal que enfrentamos”, acrescentou.

 

Ao todo, o Executivo conta com R$ 2,2 bilhões em restos a pagar. Por conta desse total, não é possível falar em sobra de caixa.

 

Entretanto, o secretário disse que a melhora do caixa é uma tendência para 2020.

 

“Daqui para frente, com esse controle das despesas, vamos chegar ao equilíbrio e a partir disso toda sociedade irá perceber que é melhor morar em um Estado com equilíbrio fiscal, em que o servidor recebe em dia, que seus direitos são reconhecidos, em que a sociedade também tem uma boa política de saúde”, afirmou.

 

“Esta trajetória está totalmente diferente do que tínhamos em 2018. Era para terminar 2019 com R$ 5 bilhões de restos a pagar, mas terminamos com R$ 2,5 bilhões. Isso significa dizer que é uma nova trajetória que irá rumar para o equilíbrio fiscal do Estado”, completou.

 

Veja a tabela:

 

 

Fonte: midianews

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