Paranatinga, 25 de Maio de 2020

Política

INVESTIDA DA OPOSIÇÃO

Emanuel: CPI da Covid é "politicagem"; gastos já são fiscalizados

Publicado 18/05/2020 14:16:48


O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB) classificou como “politicagem” a proposição para a criação da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que visa apurar as despesas, ações e contratos realizados pela Prefeitura durante a pandemia da Covid-19.

 

A CPI foi proposta pelo vereador Abílio Júnior (Podemos), que faz oposição ferrenha à gestão de Emanuel, assim que ele retornou à Câmara Municipal, na semana passada. 

 

Sem citar cifras, Emanuel disse que os investimentos para o combate à pandemia do novo vírus estão começando a ser feitos e que serão fiscalizados pelo Ministério Público Estadual (MPE) e Tribunal de Contas do Estado (TCE).

 

 

“É lógico que é politicagem. Esses recursos ainda nem foram gastos direito. E eles serão fiscalizados pelo Tribunal Contas ou pelo Ministério Público. Pelo amor de Deus! Eu quero união de todos”, disse o prefeito.

 

É lógico que é politicagem. Esses recursos ainda nem foram gastos direito. E eles serão fiscalizados pelo Tribunal Contas ou pelo Ministério Público

“Tem gente morrendo. Tem gente sofrendo, estamos em uma pandemia. Controle tem que ter o tempo todo, não só para esse recurso, mas para todos os recursos”, completou.

 

A declaração foi feita na manhã desta segunda-feira (18) em entrevista à Rádio Vila Real.

 

Emanuel disse que o momento é de união de situação e oposição para realizar ações propositivas contra a Covid-19.

 

“É hora de união, não hora de politica. A oposição faz parte, mas vamos nos unir. Nunca a cidade precisou tanto da união de todos e da maturidade das forças políticas em defesa de um bem comum”, afirmou.

 

CPI da Covid

 

Além de Abílio, assinaram o requerimento da CPI da Covid os vereadores Dilemário Alencar (Podemos), Diego Guimarães (Cidadania), Felipe Wellaton (Cidadania), Clebinho Borges (PSD), Lilo Pinheiro (PDT), Marcelo Bussiki (DEM), Vinicyus Hugueney (Solidariedade), sargento Joelson (Solidariedade) e Wilson Kero Kero (Podemos).

 

Ao longo do documento, Abílio citou, por exemplo, que a Prefeitura já recebeu R$ 23 milhões do Governo Federal para ações exclusivas ao combate da doença e outros R$ 2 milhões devolvidos pela Câmara de seu duodécimo.

 

“Contudo, até o presente momento o prefeito não apresentou à sociedade nenhum novo leito de UTI, não apresentou compra de respiradores e não apresentou em portal da transparência onde teria sido gasto este valor do Governo Federal”, afirmou o vereador.

 

Abílio também levantou suspeitas sobre o contrato – por meio de dispensa de licitação - no valor de R$ 840 mil firmado pelo Município para uso de drones nos serviços de desinfecção em condomínios da Capital.

 

O mesmo processo de dispensa de licitação ocorreu na contratação da empresa de higienização e desinfecção com caminhões-pipa. “O mesmo não se encontra no portal transparência e pouco se sabe da execução e custo do serviço, sendo assim, se faz necessário investigar”.

 

No documento, o vereador citou também que a Prefeitura e o Governo do Estado têm apresentado dados divergentes quanto ao número de casos do novo coronavírus na Capital.

 

 

Fonte: midianews

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