Paranatinga, 22 de Março de 2019

Política

SANTA CASA PARADA

Emanuel analisa documentos e diz que avalia repasse a hospital

Publicado 12/03/2019 14:50:34


CAMILA RIBEIRO 
DA REDAÇÃO

 

O prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que está analisando documentos relativos à Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá para avaliar a possibilidade de efetuar repasses à unidade filantrópica.

 

Os serviços da Santa Casa foram paralisados na última segunda-feira (11) sob alegação de que o Município não repassou R$ 3,6 milhões para custeio de despesas emergenciais da unidade.

 

A Prefeitura, por sua vez, afirma que a instituição é que deve R$ 24,8 milhões ao Município.

 

“O prefeito Emanuel Pinheiro esclarece que, acima de tudo, tem compromisso com a população e sabe que muitos dependem dessa importante instituição filantrópica e tão logo analise os documentos tomará a decisão baseado na legalidade da questão”, afirmou a prefeitura, em uma nova nota emitida na manhã desta terça-feira (12).

 

 

O prefeito Emanuel Pinheiro esclarece que tão logo analise os documentos tomará a decisão baseado na legalidade da questão

No documento, o prefeito reiterou que a Santa Casa é alvo de um a investigação da Delegacia Fazendária (Defaz) e que a Secretaria Municipal de Saúde recebeu na última quinta-feira (7) uma recomendação para que fossem suspensos os repasses à instituição até o fim das investigações.  

 

A notificação, conforme a Prefeitura, partiu da Controladoria Geral do Estado.

 

“A Procuradoria Geral do Município tomou conhecimento ontem (11) do ocorrido e, por cautela, recomendou a suspensão do repasse, encaminhando todos os documentos ao prefeito, que está em viagem, para que tome conhecimento, analise a situação e tome a decisão referente ao fato”, acrescenta a nota.

 

Por fim, o prefeito afirmou que se comprometeu a ajudar a Santa Casa a continuar de “portas abertas” repassando o valor R$ 3,6 milhões como forma de adiantamento em troca de serviços hospitalares para a população.

 

“Importante frisar que a Prefeitura de Cuiabá não é obrigada a passar mais nenhum valor para a instituição e que esta seria uma ajuda e não uma obrigação”, concluiu o documento.

 

 

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