Paranatinga, 23 de Novembro de 2020

Política

"REQUENTAM REPORTAGENS"

Emanuel aciona França contra propaganda que cita caso paletó

Publicado 21/10/2020 16:38:09


A BORGES
DA REDAÇÃO

O prefeito de Cuiabá e candidato à reeleição Emanuel Pinheiro (MDB) ingressou com uma ação na Justiça Eleitoral para que o seu adversário, o ex-prefeito Roberto França (Patriota), retire do ar a propaganda eleitoral que cita a delação premiada do ex-governador Silval Barbosa.

 

A representação eleitoral foi encaminhada nesta quarta-feira (21) para a 1ª Zona Eleitoral de Cuiabá.

 

A peça publicitária foi veiculada pela primeira vez na noite de terça-feira (20) no horário eleitoral gratuito no rádio e na TV. Ela voltou a ser exibida no horário do almoço desta quarta-feira.

 

A propaganda traz um trecho do Jornal Nacional da Rede Globo, em 2017, que cita o escândalo de corrupção em Mato Grosso resultante da delação de Silval, cujo assessor Sílvio Correa filmou o pagamento de dinheiro vivo a deputados da época, entre eles Emanuel.

 

“O escândalo do paletó que envolve o atual prefeito continua sem nenhuma explicação. Na atual gestão o Ministério Público levantou suspeitas de superfaturamento em várias licitações, um ex-secretário de saúde foi preso e outros três secretários foram afastados por suspeita de corrupção. É hora de dar um basta nisso tudo. O eleitor é quem vai decidir”, disse o narrador na propaganda do patriota.

 

A peça ainda traz recortes de notícias veiculadas em sites, citando casos suspeitos de corrupção na gestão de Emanuel.

 

Ação de Emanuel

 

A defesa do atual prefeito, patrocinada pelo advogado José Patrocínio de Brito Junior, apontou que a peça publicitária tenta denegrir a imagem de Emanuel veiculando trechos de reportagens editadas, “com uso de computação gráfica, trucagem e montagem”.

 

“Os representados recorrem ao truque de recortar e descontextualizar as matérias, bem como não se tratam de imagens de ‘(...) candidatos, caracteres com propostas, fotos, jingles, clipes com música ou vinhetas, inclusive de passagem, com indicação do número do candidato ou do partido, bem como seus apoiadores (...) sendo vedadas montagens, trucagens, computação gráfica, desenhos animados e efeitos especiais’”, argumentou a defesa.

 

Ainda é apontado que as reportagens colocadas na propaganda podem levar o público a acreditar que se trata de fato novo.

 

“Note, excelência, que os representados requentam reportagens de 2017 como se fosse novo fato, nova notícia, cujo teor veiculado transborda a razoabilidade e a mera crítica à atuação política, já que não visam o mero esclarecimento da população, mas claramente formar estados mentais odiosos à população”, argumentou.

 

 

Fonte: midianews

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