Paranatinga, 19 de Janeiro de 2019

Política

MESA DIRETORA

Deputado do PSL diz que disputa presidência da AL e sonda novatos

Publicado 07/01/2019 09:26:06


FOLHAMAX

O deputado estadual eleito em 2018, Sílvio Favero (PSL), revelou que irá disputar a eleição para presidência da Mesa Diretora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (AL-MT) a pedido do próprio diretório nacional do partido. A informação foi dita por Favero durante entrevista ao Jornal do Meio Dia nesta quarta-feira (2).

 

O PSL, partido do qual pertence Sílvio Favero, é o mesmo do Presidente da República Jair Bolsonaro. O parlamentar eleito disse que acatou o “pedido” do diretório nacional da sigla como um “bom soldado”.

 

“Esse foi um pedido do diretório nacional, que pediu para Mato Grosso entrar na disputa para presidência da Assembleia. E a gente como bom soldado estamos aí para essa nova empreitada. Quatorze novos deputados, vamos conversar com todos para entrar num consenso”, disse ele.

 

 

Esse foi um pedido do diretório nacional, que pediu para Mato Grosso entrar na disputa para presidência da Assembleia

Entre as propostas como candidato a presidente da AL-MT, Favero citou uma mudança no regimento interno do Poder Legislativo Estadual que proibiria a disputa pela presidência e a primeira secretaria da Mesa Diretora por quem já ocupa os cargos atualmente.

 

Favero também afirmou que, a exemplo dos outros poderes – como o Executivo -, o Legislativo também terá de “cortar na carne” na redução de gastos.

“Como o governador tá cortando na carne sem dúvida o novo presidente [da AL-MT] vai cortar, vai diminuir”, disse ele.

 

Questionado sobre a relação com os servidores – na gestão do ex-governador Pedro Taques (PSDB), a AL-MT atuou como uma verdadeira mediadora na relação muitas vezes conflituosa entre o Poder Executivo e os servidores -, Favero afirmou que o Governo não pode “dar mais do que tem condições”, mas disse que trabalhará para chegar a um consenso com os trabalhadores em eventuais crises.

 

“Sem dúvida alguma, acho que o Governo também não pode dar mais do que tem condições. Mas a gente tem que analisar também os servidores. Os servidores são lubrificantes dessa máquina toda. Nós chegaremos a um consenso para ambas as partes”, resumiu ele.

 

Por fim, o deputado estadual do PSL adiantou ser contra a taxação do agronegócio – medida que vem sendo defendida por outros parlamentares, como Wilson Santos (PSDB), além de políticos notórios no Estado, como o ex-deputado federal Júlio Campos (DEM).

 

“Eu sou contra a taxação do agronegócio. Não só do agronegócio mas do comércio, dos empresários. Pouco [dos impostos] se volta de fato para a população, na saúde pública, na segurança pública”.   

 

 

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