Paranatinga, 16 de Outubro de 2018

Polícia

Polícia prende mais de 70 pessoas na busca por suspeitos de matar delegado no RJ

RIO DE JANEIRO \ ASSASINATO | 31/01/2018 13:07:59


Mais de 70 pessoas foram presas nas três últimas operações na favela do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, cujo principal objetivo foi localizar suspeitos pela morte do delegado Fábio Monteiro. Nesta terça (30), durante a megaoperação realizada na comunidade, 13 pessoas foram detidas, sendo 10 maiores de idade e três adolescentes infratores. Cerca de 300 agentes de várias delegacias distritais e especializadas.

Durante esta operação, três suspeitos morreram após confronto com policiais. Três pistolas e material entorpecente foram apreendidos. Entre os presos estão: Ewerton da Silva Barbosa, Igor Gomes, Marcos Duarte de Souza, Anderson Luís da Silva, Fabrício Rogério da Silva, Wendel Lopes da Silva, Elvis Souza Carneiro, Cleyton Santos de Souza, Fabiano Alves de Lima e Vanessa Gomes da Silva.

Na quinta-feira (25), equipes de várias delegacias especializadas realizaram, naquela comunidade, uma operação que resultou na prisão de 16 pessoas e na apreensão de dois adolescentes infratores.

Um dos presos foi Wellington de Souza Macedo, conhecido como Caolha, chefe do tráfico da favela e um dos envolvidos na morte do policial da Core Bruno Guimarães Buhler, o Xingu, crime ocorrido em agosto do ano passado. O traficante estava escondido dentro de uma casa, na localidade conhecida como Beco da Zélia.

No dia 18 de janeiro foi desencadeada, na comunidade, uma operação da Polícia Civil em conjunto com as Forças Armadas. Na ocasião, 39 pessoas foram presas acusadas de envolvimento em vários crimes praticados na região.

Morte do delegado

O delegado Fábio Monteiro foi encontrado morto próximo à Favela do Arará, comunidade na Zona Norte do Rio, na tarde desta sexta-feira (12). Fabio, além de delegado e ex-agente federal, também atuava como instrutor e professor da corporação. Nas redes sociais, o próprio policial informava que era faixa preta de jiu-jitsu e, de acordo com colegas, era novo no polícia, tendo se formado em 2014.

Testemunhas no local confirmaram a PMs que havia um corpo dentro do porta-malas de um carro com várias marcas de tiros e com um distintivo de delegado da Polícia Civil, livros de Direito Penal e um crachá de um feira literária policial.

Outras pessoas informaram que, a princípio, o delegado teria saído da Cidade da Polícia para almoçar quando foi supreendido por homens armados. A Delegacia de Homicídios foi acionada para o local e trabalha para preservar a cena do crime.

 

 

 

Fonte: G1

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