Paranatinga, 21 de Março de 2019

Polícia

OPERAÇÃO CAPOREGIME

MPE denuncia 8 por extorsão; fazendeiro teve prejuízo de R$ 1 mi

Publicado 25/02/2019 15:49:52


REDAÇÃO 

O Ministério Público Estadual ofereceu denúncia contra os investigados na Operação Caporegime. Ao todo, foram denunciadas oito pessoas. Os integrantes do grupo continuam presos e vão responder pelos crimes de constituição de organização criminosa, extorsão e agiotagem.

 

Inquérito policial complementar também foi instaurado para apurar extorsões praticadas contra outras vítimas.

 

A ação foi assinada por promotores de Justiça que atuam no Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco). 

Consta na denúncia, que o grupo foi estruturalmente ordenado e caracterizado pela divisão de tarefas para emprestar dinheiro a juros exorbitantes e exigirem como o uso de violência e grave ameaça, o pagamento de valores altíssimos para a quitação do empréstimo.

Em um dos fatos apurados pelo Gaeco e apresentados na denúncia, a vítima que devia R$ 170 mil a um dos integrantes da organização, após ser ameaçada acabou transferindo uma propriedade avaliada em R$ 1,5 milhão em troca de um imóvel de aproximadamente R$ 200 mil, ficando com um prejuízo estimado em R$ 1 milhão. 

Durante as duas fases da operação, foram apreendidos com o grupo aproximadamente R$ 400 mil em ouro, R$ 21 milhões em cheques e notas promissórias e mais R$ 43 mil em dinheiro.

 

Foram denunciados:  João Claudinei Favato, José Paulino Favato, Kaio Cezar Lopes Favato, Clodomar Massoti, Luis lima de Souza, vulgo “Paraíba”, Edson Joaquim Luiz da Silva, Luan Correia da Silva e Purcino Barroso Braga Neto, vulgo “neto”.

Consta na denúncia, que o grupo era liderado por João Claudinei Favato. As pessoas que concediam os empréstimos eram Kaio Cezar Lopes Favato, José Paulino Favato e Clodomar Massoti.

 

Conforme a denúncia, os responsáveis por exigir, por meio de violência e grave ameaça que as vítimas pagassem o valor exigido pelo líder, eram Luis Lima de Souza, Edson Joaquim Luiz da Silva, Luan Correia da Silva e Purcino Barroso Braga Neto.

As investigações apontam que o grupo vinha atuando no interior do Estado há aproximadamente 10 anos. Os mandados de prisão e busca e apreensão expedidos durante a operação foram cumpridos nas comarcas de  Sinop, Peixoto de Azevedo, Guarantã do Norte, Marcelândia e Alta Floresta.

 

 

Fonte: Mídia News

Publicidade Áudio

Enquete

Até o momento qual a sua avaliação sobre a gestão de Mauro Mendes?

ÓTIMA

BOA

RUIM

PÉSSIMA

Anuncios

CURTA NOSSA FAN PAGE