Paranatinga, 30 de Março de 2020

Paranatinga

Secretaria de Saúde realizou curso de capacitação para PROJETO DE SAUDE MENTAL

Publicado 06/04/2015


Da Redaçao 

CAMINHOS DO CUIDADO

PROJETO DE SAUDE MENTAL (CRACK, ALCOÓL E OUTRAS DROGAS) NA UNIDADE BASICA DE SAUDE

Agente C. Saúde: DILAIR ALVES DOS SANTOS AMARAL RIBEIRO

                                        EDINA CRISTINA SANTOS DO AMARAL

                                        MARINÊS RIBEIRO DE SOUZA

                                        ROSEMEIRE SANTOS AMARAL RIBEIRO

                                        ROSICLÉIA DA SILVA PIO 

Tec. De Enfermagem: VERA LUCIA RODRIGUES MESSIAS

PROJETO ACOLHER

OBJETIVOS

  • Identificar os pacientes com transtornos mental e usuários de drogas na micro-área;
  •  Criar um vínculo com os pacientes e a família;
  • Acolher o paciente quando encaminhado a unidade de saúde;
  • Oferecer atendimento já existente na unidade;
  • Criar o dia de atendimento para os pacientes de transtornos mental e usuários de drogas;
  • E encaminhar os pacientes para o CAPS.

RESUMO

O desenvolvimento desse projeto de atenção à saúde mental e outras drogas vem propor a aproximação, ou seja, a criação do vínculo que possibilita o acompanhamento e a comunicação não só com a equipe de profissionais, mas com toda a rede de atenção à saúde, considerando também a inserção sociocultural, buscando produzir atenção integral.

Assim, as práticas em saúde mental na atenção básica podem e devem ser realizadas por todos os profissionais de saúde. O que unifica o objetivo dos profissionais para o cuidado em saúde mental que deve ser o entendimento do território e a relação de vínculo da equipe de saúde com os pacientes/usuários abrangendo as diferentes compreensões sobre a saúde mental que a equipe venha identificar.

INTRODUÇÃO

Esse projeto vem abordar os objetivos específicos de como a unidade de saúde irá trabalhar com a saúde mental e drogas na área de abrangência da unidade que esses casos forem identificados.

Dessa forma, as ações serão desenvolvidas de modo que as intervenções sejam pensadas de uma maneira coletiva, onde é necessário olhar o sujeito em suas múltiplas dimensões, com seus desejos, anseios, valores e escolhas.

METODOLOGIA

Considera-se como ponto de partida a existência do PSF e a existência de serviços/rede de saúde mental que nos leva a considerar que o prioritário é o desenvolvimento de ações conjuntas articuladas de acordo com o grau de complexidade que a situação exige no atendimento as reais necessidades de saúde da família.

Dentro as possibilidades de articulação e desenvolvimento conjunto de ações destacam-se algumas delas:

  •  Proporcionar ao usuário um momento para pensar/refletir;
  •  Exercer boa comunicação;
  • Lembrar-se de escutar o que o usuário precisar dizer;
  • Acolher o usuário e suas queixas emocionais como legítimas;
  • Oferecer suporte na medida certa;
  • E reconhecer os modelos de entendimento do usuário.

Algumas das atribuições a serem desenvolvida por todos os profissionais da equipe:

  •  Participar do processo de territorialização e mapeamento da área de atuação da equipe, identificando grupos, famílias e indivíduos expostos a riscos e vulnerabilidades;
  • Realizar ações de atenção à saúde conforme a necessidade de saúde da população local;
  • Garantir a atenção à saúde buscando a integralidade por meio da realização de ações de promoção, proteção e recuperação da saúde e prevenção de agravos;
  • Participar do acolhimento dos usuários realizando a escuta qualificada das necessidades de saúde, procedendo à primeira avaliação e identificação das necessidades de intervenções de cuidado, proporcionando atendimento humanizado, se responsabilizando pela continuidade da atenção e viabilizando o estabelecimento do vínculo;
  • Realizar a busca ativa e notificar doenças e agravos de notificação compulsória e de outros agravos e situações de importância local;
  • Realizar reuniões de equipe a fim de discutir em conjunto o planejamento e avaliação das ações da equipe, a partir dos dados disponíveis;
  • Promover a mobilização e a participação da comunidade, buscando efetivar o controle social;
  • E realizar outras ações e atividades a serem definidas de acordo com as prioridades locais.

Existem outras ações, atribuições e intervenções que podem ser usadas para o melhor desenvolvimento do atendimento à saúde mental. Todas com o objetivo de promover novas possibilidades de modificar e qualificar as condições e modos de vida, orientando-se pela produção de vida e de saúde, e não se restringindo a cura de doenças. Isso significa acreditar que a vida pode ter várias formas de ser percebida, experimentada e vivida.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

A inclusão das ações de saúde mental no PSF não será uma tarefa fácil, mas também não será algo de outro mundo ou para além do trabalho cotidiano, pelo contrário, as intervenções serão concebidas no território, com as singularidades dos pacientes e comunidades.

A compreensão dos vários níveis que compõe a complexidade do trabalho territorial, que garante o cuidado integral, tanto quanto, reafirma a responsabilidades de todos os envolvidos para sua continuidade.

Portanto, para que esse projeto renda bons frutos precisamos de profissionais envolvidos no cumprimento destas ações, ou seja, pessoas corajosas com vontade de experimentar e atuar em situações adversas do cotidiano apresentadas, pois, não podemos mudar o mundo, mas podemos fazer as diferença no mundo e na vida das pessoas.

 

Referências

 

O material usado para a pesquisa e a elaboração desse projeto, foi apostila do curso Caminhos do cuidado (Saúde Mental e outras drogas) e os sites de pesquisa da internet.

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