Paranatinga, 11 de Novembro de 2019

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QUEIMADAS - Quatro messorregiões de Mato Grosso serão afetadas

EMERGÊNCIA AMBIENTAL

Publicado 24/02/2017 11:31:43


Neste ano, o Ministério do Meio Ambiente declarou estado de emergência ambiental quatro messorregiões localizadas em Mato Grosso. A medida é considerada de rotina e tomada no início do período da seca em várias regiões do país para assegurar o combate ao fogo. 

Publicada no Diário Oficial da União (DOU) da última quarta-feira (22), a portaria declarando emergência ambiental abrange localidades de 16 estados e no Distrito Federal. No Estado, a medida atinge as mesorregiões centro-sul, nordeste, sudeste e sudoeste mato-grossense, entre os meses de abril e novembro deste ano. Entre outros, também foram abrangidos os estados de Goiás, Rondônia, Rio de Janeiro, Acre, Ceará e Tocantins. 

A ação leva em consideração o início do período de seca em diversas regiões do país, o que aumenta o risco de ocorrência de queimadas e incêndios florestais, caracterizando situação de alto risco ambiental. No ano passado, Mato Grosso liderou o ranking de focos de calor durante o período proibitivo de queimadas na região Amazônica. No topo da lista de focos de calor, estavam municípios como Colniza, Gaúcha do Norte, São Félix do Araguaia, Nova Nazaré, Nova Maringá, Paranatinga, Ribeirão Cascalheira, Cotriguaçu, Campinápolis e Nova Ubiratã. 

Daí, a necessidade de contratação temporária de brigadistas por até seis meses, conforme previsto na Lei no 8.745/1993, que estabelece o atendimento de emergências ambientais relacionadas a incêndios florestais e queimadas durante o período crítico. 

Nessa época, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo), do Ibama, pode contratar temporariamente até 2.520 brigadistas em todo o país. No ano passado foram mobilizados 925 brigadistas, selecionados e treinados pelo órgão, para apagar e controlar incêndios na Amazônia, no Cerrado, no Pantanal, na Caatinga e na Mata Atlântica. 

De acordo com o coordenador do Prevfogo, Gabriel Zacarias, “ainda não há nada que indique que 2017 terá uma temporada de incêndios mais intensa que a do ano passado”. Ele explica que o regime de secas acompanha o comportamento do El Niño, que aquece as águas do Atlântico, para a região norte do Brasil, e do La Niña, no Pacífico, para a sul. (JD) 

 

Fonte: DIÁRIO DE CUIABÁ

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