Paranatinga, 25 de Setembro de 2018

Paranatinga

Mais de 2,3 mil pessoas vivem em áreas de risco em 7 municípios de MT, diz IBGE

Município é o segundo da lista de MT

PARANATINGA | 04/07/2018 16:03:28


IMAGEM ILUSTRATIVA

Pelo menos 2.324 pessoas vivem em áreas de risco em sete municípios de Mato Grosso, segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) e divulgado nessa quinta-feira (28).

 

São classificados como moradores de áreas de risco aquelas pessoas expostas e vulneráveis ao risco de desastres naturais.

 

Ao todo, foram encontrados 697 domicílios localizados em 22 áreas de risco nos municípios de Cuiabá, Colniza, Comodoro, Nova Olímpia, Paranatinga, Santa Terezinha e Santo Antônio do Leverger. Mato Grosso tem pouco mais de 3 milhões de habitantes distribuídos em 141 municípios.

 

Conforme a pesquisa, a região Centro-Oeste caracterizou-se pelo menor contingente de população residente em áreas de risco, assim como pelo menor número de municípios e de áreas de risco, com um total de 7.616 habitantes vulneráveis, o que corresponde a apenas 0,3% da população total dos municípios da região - que é de cerca de 14 milhões de pessoas.

 

Com quase 552 mil habitantes, Cuiabá destaca-se na pesquisa como o município com o maior número de moradores vivendo em áreas de risco no estado: são 970 pessoas distribuídas em 277 domicílios, o que representa 0,2% da população total da capital.

 

O município de Paranatinga, a 411 km de Cuiabá, é o segundo maior - dentre os analisados pela pesquisa - em número de moradores expostos ao risco de desastres naturais, totalizando 680 pessoas em 224 domicílios. O número representa 3,5% da população total daquele município, que é de 19,2 mil habitantes.

 

Em terceiro lugar, aparece o município de Santo Antônio do Leverger, a 35 km da capital, onde 1,7% dos 18,4 mil habitantes, ou seja, 320 pessoas, vivem em 96 domicílios localizados em áreas de risco.

 

Fonte: G1

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