Paranatinga, 26 de Abril de 2019

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Rússia reage e diz que bombardeio na Síria "não ficará sem resposta"

Publicado 14/04/2018 11:56:34


A Embaixada da Rússia nos Estados Unidos afirmou que o ataque ocidental contra a Síria “não ficará sem consequências”.

 

Por meio de nota, o embaixador Anatoly Antonov, também militar de carreira, disse ainda que “insultar o presidente da Rússia [Vladimir Putin] é inaceitável e inadmissível”. “Os Estados Unidos, que possuem o maior arsenal de armas químicas, não têm o direito moral de culpar outros países”, afirmou o diplomata. 

 

No comunicado, ele ainda ressaltou que os avisos de Moscou foram “ignorados” e que a Rússia está sendo “ameaçada”. “Nós alertamos que tais ações não ficarão sem consequências. Toda responsabilidade por elas reside em Washington, Londres e Paris”, declarou.

 

Em um dia de seguidas notícias negativas para sua imagem, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou na sexta-feira (13) a realização de ataques aéreos contra alvos do regime de Bashar al Assad na Síria.

 

 

O bombardeio aconteceu durante o pronunciamento do republicano e foi realizado em parceria com as Forças Armadas da França e do Reino Unido, que ao longo da última semana se juntaram desde o primeiro momento às acusações contra Assad. Navios e aviões foram usados pelos três países.

 

A operação é uma resposta ao ataque químico ocorrido no último sábado (7) em Duma, na região de Ghouta Oriental, e que é atribuído pelos rebeldes ao regime. O governo sírio e a Rússia, sua principal aliada, negam o uso de armas tóxicas.

 

Segundo Trump, o bombardeio mira as instalações de armas químicas de Assad. "Esse massacre marca uma significativa escalada no padrão de armas químicas usadas por esse terrível regime. Esse ataque maligno deixou mães e pais, bebês e crianças debatendo em dor e ofegando por ar. Essas não são ações de um homem, são crimes de um monstro", disse o presidente em pronunciamento na Casa Branca.

 

O republicano também criticou a Rússia e o Irã, fiadores de Assad no poder, e afirmou que as nações devem ser julgadas "pelos amigos que elas mantêm". Em seguida, Trump elogiou países "amigos", como os Emirados Árabes e a Arábia Saudita, que financia rebeldes na Síria, incluindo o grupo radical Jaysh al Islam, e patrocina a guerra no Iêmen.

 

"A Rússia precisa decidir se vai continuar por esse caminho escuro ou se se juntará às nações civilizadas como uma força de estabilidade e paz. Talvez um dia nós estaremos juntos com a Rússia e até com o Irã, ou talvez não", declarou.

 

Já a primeira-ministra do Reino Unido, Theresa May, disse que o bombardeio não tem como objetivo uma "mudança de regime". Segundo ela, não se trata de uma "intervenção na guerra civil", mas sim de "ações miradas" contra o arsenal químico de Assad.

 

O ataque acontece após vários dias de ameaças de Trump, Macron e May, o que deu tempo para Damasco se preparar. Neste sábado (14), uma equipe da Organização para a Proibição de Armas Químicas deveria chegar à Síria para investigar a denúncia de uso de substâncias tóxicas em Duma.

 

Fonte: Mídia News

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