Paranatinga, 16 de Outubro de 2018

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VIDEO - Piloto de aeronave abatida com 500 kg de drogas ainda é procurado e morte não é descartada

500 kg de drogas | 27/04/2018 21:19:51


As forças de segurança ainda procuram pelo piloto da aeronave clandestina, que vinha da Bolívia em direção ao Brasil e foi abatida pela Força Aérea Brasileira (FAB), na última quarta-feira (25), na fronteira entre Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e a Bolívia. O criminoso fez um pouso forçado em um lago localizado na área do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense. Não está descartada a possibilidade de ele ter morrido afogado, já que a área em que desceu é bastante extensa.
 
“A informação que temos através da FAB é que visualizaram pelo menos um tripulante, não se tem certeza se havia dois. A lagoa onde caiu a aeronave é extremamente extensa, de pelo menos três a quatro quilômetros de água. Não sabemos ainda se o piloto conseguiu fugir ou se tentou nadar até certo ponto, não conseguiu e se afogou”, comentou o comandante do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), tenente-coronel PM Juliano Chirolli.
 
O comandante ainda explica que, por conta disto, as buscas ainda continuam na região. Trabalham no local os policiais militares do Grupo de Fronteira (Gefron) e também da Polícia Federal. O principal objetivo é localizar o piloto do avião. Os trabalhos não tem prazo para terminar. Isso porque estão sendo feitos estudos para saber que procedimento será utilizado para retirar a aeronave da água.
 
O caso
 
A  Força Aérea Brasileira (FAB) interceptou uma aeronave que vinha da Bolívia com suspeita de transporte de ilícitos, na fronteira entre Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, na última quarta-feira (25). Três aeronaves A-29 e um avião-radar E-99 participaram da interceptação. O piloto fez um pouso forçado em um lago localizado na área do Parque Nacional do Pantanal Mato-grossense
 
A FAB explicou que o piloto de defesa aérea seguiu o protocolo das medidas de policiamento do espaço aéreo brasileiro, conforme estabelece a Lei 7565/1986, interrogando o piloto do bimotor, mas não obteve resposta. Nesse momento, a aeronave foi classificada como suspeita.
 
Na sequência, o piloto da FAB ordenou a mudança de rota e o pouso obrigatório no aeródromo de Cuiabá. Porém, o piloto do avião interceptado não obedeceu. Foi necessário que a defesa aérea comandasse o tiro de aviso, informando que o avião interceptado pousasse no aeródromo mais próximo. Ainda sem retorno, foi disparado o tiro de detenção.
 
As medidas de controle do espaço aéreo realizadas estão previstas no Decreto 5.144, de 16 de julho de 2004. “Ao tentar se evadir e após se negar a responder a todas as chamadas do A-29 da Defesa Aérea, inclusive o tiro de aviso, a aeronave foi alvejada, o que forçou um pouso de emergência”, explica o Chefe do Estado-Maior Conjunto do Comando de Operações Aeroespaciais, Major-Brigadeiro do Ar Ricardo Cesar Mangrich.

 

Fonte: Olhar Direto

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