Paranatinga, 19 de Outubro de 2019

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Fiscais federais agropecuários em Mato Grosso entram em greve

Publicado 18/09/2015


Fiscais federais agropecuários em Mato Grosso entram em greve
 Os fiscais federais agropecuários em Mato Grosso entraram em greve nesta quinta-feira, 16 de setembro. Entre as reivindicações estão à realização de concurso público, reajuste salarial corrigido pela inflação, bem como a nomeação de um servidor de carreira do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) para o cargo de superintendente da Superintendência Federal da Agricultura do Estado de Mato Grosso (SFA-MT).

A paralisação ocorre em todo o país. Em Mato Grosso são cerca de 100 fiscais federais agropecuários. No Brasil são aproximadamente quatro mil, incluindo aposentados e pensionista.

Apenas os fiscais que atuam dentro de frigoríficos estão desempenhando seus trabalhos de fiscalização. "Exceto emitindo os certificados sanitários, que amparam o trânsito animal", comenta a secretária-geral da Delegacia Sindical em Mato Grosso do Sindicato Nacional dos Fiscais Federais Agropecuários (ANFFA Sindical), ngela Vieira.

As atividades dos fiscais federais agropecuários estão paralisadas também no Porto Seco em Cuiabá. 

Repúdio

No dia 02 de setembro o fiscal federal de carreira Francisco Moares Chico Costa foi exonerado do cargo de superintendente da Superintendência Federal da Agricultura do Estado de Mato Grosso (SFA-MT). Em seu lugar o governo federal nomeou o engenheiro agrônomo José Assis Guaresqui.

Diante a questão os fiscais federais agropecuários de Mato Grosso realizaram manifesto em repúdio, pois é preciso que haja um conhecimento técnico, bem como científico e legal das atividades desempenhadas na Superintendência.

Em nota emitida nesta semana os servidores frisaram manter o repúdio frisado no início de setembro quando da nomeação de José Assis Guaresqui, por este ser uma "pessoa sem vínculo com o órgão e o serviço público federal".

"Queremos continuar contribuindo com o País, com um servidor da SFA-MT como superintendente para proporcionar ao Governo Federal uma redução imediata de 40% em gastos com o cargo em comissão (DAS), pois, sendo do órgão, o servidor recebe somente 60% do valor do DAS. Em Mato Grosso, essa redução equivale a aproximadamente R$ 41.000,00 (quarenta e um mil reais) ao ano", frisa a nota.
 
AgroOlhar

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