Paranatinga, 19 de Novembro de 2018

Fato ou Fake

É #FAKE que piauiense é a primeira mulher negra diplomata do Itamaraty

ITAMARATY | 11/09/2018 02:01:48


 

Um texto compartilhado por várias páginas nas redes sociais gerou confusão ao afirmar que a piauiense Luana Alessandra Roeder era a primeira mulher negra diplomata do Itamaraty. Na realidade, já há embaixadoras negras no quadro diplomático brasileiro. A mensagem é #FAKE.

 

Luana Roeder assumiu o cargo no dia 15 de janeiro deste ano com o grupo aprovado no "Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata de 2017", realizado pelo Ministério das Relações Exteriores. Na ocasião, a pasta afirmou que esses aprovados representavam todas as regiões do país e este era um recorde no percentual de mulheres aprovadas.

 

Procurado, no entanto, o Itamaraty negou que Luana seja a primeira mulher negra diplomata. Segundo a assessoria de imprensa do órgão, há inclusive embaixadoras negras no quadro diplomático. Na foto da posse dos candidatos aprovados no mesmo concurso de Admissão à Carreira de Diplomata que Luana, compartilhada pelo Itamaraty no Twitter, é possível ver outra mulher negra participando da cerimônia.

 

O Itamaraty informou que não há uma estatística de quantos negros trabalham na pasta porque não há um formulário perguntando sobre a cor da pele dos funcionários, mas os concursos para diplomatas realizados pelo órgão têm cotas para negros desde 2011.

 

Desde 2002, o Itamaraty também oferece um sistema de bolsas para negros. O candidato recebe uma bolsa de estudos para se preparar para as provas e depois presta o concurso em igualdade de condições.

 

Em 2011, "O Globo" noticiou a morte da diplomata Milena Oliveira de Medeiros por malária na Guiné Equatorial, durante viagem a trabalho.

 

 

 

Fonte: G1

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