Paranatinga, 14 de Abril de 2021

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recuo

Operário queria Bruno por um ano e com salário até R$ 5 mil; perda de patrocínio foi decisiva em recuo

Publicado 23/01/2020 15:02:18


Sob pressão da torcida, imprensa nacional e patrocinadores, o Clube Esportivo Operário Várzea-Grandense (CEOV) desistiu de seguir adiante com a intenção de contratar o goleiro Bruno Fernandes, cuja negociação vinha acontecendo há semanas. Olhar Direto apurou detalhes desta transação e as condições oferecidas pelo clube várzea-grandense para atrair o ex-atleta do Flamengo, condenado pelo feminicídio de Eliza Samúdio.
 

 
A ideia dos dirigentes do Operário era pagar ao jogador entre R$ 3 mil e R$ 5 mil, a mesma faixa salarial oferecida aos demais atletas, em um contrato que deveria ser de um ano. Se viesse para Várzea Grande, Bruno não teria participação nos recursos que provenientes de publicidade.
 
O comunicado sobre a desistência das negociações foi emitido à imprensa no começo da tarde desta quarta-feira (22). O clube cedeu à pressão da opinião pública e ao medo de perder recursos importantes para o ano em que disputará a Copa do Brasil e tem feito um planejamento visando o Campeonato Mato-grossense. Diante da onda de manifestações contrárias, as empresas Pork Premium e Locar Gestão de Resíduos haviam desistido de patrocinar o time, para não terem a imagem associada à do atleta condenado pela Justiça.
  
"A gente acabou perdendo alguns patrocinadores que eram do clube, isso foi fazendo a gente repensar muito, porque sem dinheiro você não consegue fazer futebol", informou André Xéla, supervisor de futebol do Operário.
 

 


Anteriormente, a Martinello e a cooperativa Sicredi, que patrocinam o Campeonato Mato-grossense, desautorizaram o uso das respectivas marcas nos uniformes do time e em painéis utilizados em entrevistas. Na noite de terça-feira (21), manifestantes se reuniram no entorno do estádio Dito Souza, instalado no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande, onde seria realizada uma partida de futebol do tricolor e protestaram contra a contratação. As mulheres estavam vestidas de preto e, além de cartazes, seguravam um cartão vermelho nas mãos, que indica a expulsão de um jogador em uma partida de futebol.
 

 

Fonte: olhardireto

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