Paranatinga, 24 de Maio de 2018

Eleições

WF busca aliança, mas sinaliza que não abre mão de candidatura

CHAPA AO GOVERNO | 29/04/2018 23:08:57


O senador Wellington Fagundes (PR) afirmou que tem se reunido com uma série de ex-aliados do governador Pedro Taques (PSDB), na tentativa de conseguir apoio para sua candidatura ao Palácio Paiaguás.

 

Nos últimos meses, Taques passou a receber uma série de críticas de pessoas que apoiaram sua eleição ao Governo. Nesta semana, inclusive, alguns desses assinaram uma carta expondo motivos pelos quais não apoiam a reeleição do tucano.

 

“Estamos nessa fase de conversar bastante. Estamos prontos para receber os dissidentes. Não fazemos veto a ninguém”, disse Fagundes.

 

 

Espero ter o apoio, até porque estamos com isso (minha candidatura) consolidado há mais de um ano. Agora, politica não se faz na intransigência

Ele sinaliza, no entanto, que mesmo compondo com ex-aliados de Taques, não deve abrir mão de sua candidatura ao Governo.

 

Pelo grupo dos dissidentes, são tidos como possíveis concorrentes ao Paiaguás, os ex-prefeitos de Cuiabá e Lucas do Rio Verde, Mauro Mendes (DEM) e Otaviano Pivetta (PDT), até o próprio ex-senador Jaime Campos (DEM).

 

“Espero ter o apoio, até porque estamos com isso (minha candidatura) consolidado há mais de um ano. Agora, politica não se faz na intransigência. É no diálogo. Nós estamos prontos para ouvir”, disse Fagundes, ao ser questionado se poderia recuar de sua pré-candidatura.

 

“Já me perguntaram a candidatura a governador, de um a dez, qual a possibilidade? Não é nem 9,5. É 10. Dentro desses partidos da oposição (MDB, PR, PTB, PP e outros) já temos o meu nome consolidado como pré-candidato. Não tenho concorrência nesse grupo. Tinha o Antônio Joaquim que desistiu”, acrescentou o senador.

 

Candidatura única

 

Wellington defendeu ainda que esses dois blocos: oposição e ex-aliados se unam em torno de uma candidatura única contra Taques.

 

Na avaliação dele, desta forma Taques poderia ser derrotado ainda no primeiro turno da eleição.

 

“Na minha visão, penso que seria melhor um grupo só. Poderíamos então ter uma eleição até definida em primeiro turno. Mas na regra do jogo, é normal ter dois turnos. Então, por outro lado, pela democracia, com mais candidatos, há mais debate, mais compromissos e mais oportunidade de a população escolher melhor”, concluiu.

 

Fonte: Midia News

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