Paranatinga, 22 de Maio de 2018

Eleições

Fávaro defende que oposição e dissidentes se unam contra Taques

“ELEIÇÃO PLEBISCITÁRIA” | 29/04/2018 23:13:00


O ex-vice-governador Carlos Fávaro (PSD) defendeu que ex-aliados e opositores do Governo lancem uma chapa única para enfrentar o governador Pedro Taques (PSDB), que deve sair à reeleição em outubro.

 

Neste cenário, nomes como o do próprio Fávaro, dos ex-prefeitos de Cuiabá e Lucas do Rio Verde, Mauro Mendes (DEM) e Otaviano Pivetta (PDT), respectivamente, se juntariam ao grupo liderado pelo senador Wellington Fagundes (PR), que já anunciou sua pré-candidatura ao Paiaguás.

  

 

Os que avaliam a gestão Taques tem oportunidade de renovar e dar o mandato pra ele mais uma vez. Os que divergem, temos que construir uma candidatura pela oposição. Essa é minha defesa pessoal

“Os que avaliam a gestão Taques têm oportunidade de renovar e dar o mandato pra ele mais uma vez. Os que divergem temos que construir uma candidatura pela oposição. Essa é minha defesa pessoal, que se faça uma candidatura só e que seja uma eleição plebiscitária”, acrescentou.

 

Nesta semana, Fávaro se reuniu com o senador Wellington Fagundes (PR) e anunciou apoio à sua candidatura, juntando-se de vez à oposição ao Governo Taques.

  

Questionado se a união dos ex-aliados com o grupo de oposição não facilitaria o projeto de reeleição do governador, Fávaro resumiu: “Isso é a eleição que vai dizer”.

 

Disputa ao Senado

 

Fávaro também reiterou que mantém sua pré-candidatura ao Senado e disse que ela é avalizada com unanimidade pelo PSD, em que pese haver divergências dentro do partido quanto o apoio ou não da sigla à reeleição de Taques.

 

“O que está muito claro no partido é que temos pré-candidatura ao Senado e todos apoiam isso. Combinamos que de agora até as convenções é o momento de discutir. Quatro deputados entendem que devem continuar apoiando o Taques. A imensa maioria dos filiados se manifestou que não quer mais esse apoio. Até as convenções, a maioria decide em que palanque estaremos”, disse.

 

“Na hora que decidir todos tem a obrigação de seguir o mesmo caminho, senão vira baderna. Acaba democracia e entra a baderna se todos não seguirem. Mas, não tenho nem dúvida que todos estarão no mesmo palanque”, concluiu Fávaro.

 

Fonte: Midia News

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