Paranatinga, 14 de Novembro de 2018

Eleições

Deputado vai ao TSE para descongelar votos e assumir vaga na AL

CONDENAÇAO SUSPENSA | 02/11/2018 21:18:30


O deputado estadual Gilmar Fabris (PSD) comunicou que seus advogados devem protocolar em breve no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) o pedido de diplomação ao cargo no legislativo. Na solicitação o parlamentar informa que não é “ficha suja” e deve ter seus votos nas eleições descongelados. 

 

O pedido de diplomação é feito baseado na decisão do ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ribeiro Dantas, que concedeu liminar favorável ao deputado e extinguiu a punibilidade de 6 anos e 8 meses aplicada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso nos autos de uma ação penal pelo crime de peculato.

 

Por conta desta condenação, os juízes do TRE de Mato Grosso indeferiram o registro da candidatura do parlamentar, que foi considerado “ficha suja”. 

 

Fabris explica que foi condenado em um processo do qual se considera inocente, e prova disso é que julgamento no Tribunal de Justiça “foi apertado”.

 

Ele foi condenado numa das ações da “Operação Arca de Noé”, em que foi acusado de emitir cheque para empresas “fantasmas”. 

 

 

Na eleição aconteceu um fato de querer colocar eu como ficha suja. Porém está prescrito o processo

“Não me considerava sequer réu, tanto é verdade que houve um julgamento apertado, aonde 11 julgaram pela condenação de quatro anos e depois deu mais dois, e nove julgaram pela absolvição. Isso é uma questão de 1996, do qual eu era presidente”, descreveu o parlamentar. 

 

Mesmo com a condenação, o parlamentar faz questão de pontuar que nunca foi encontrado nenhum centavo em sua conta bancária que não fosse lícito. Além disso, ele lembra que o processo que foi condenado estava prescrito. 

 

“Na eleição aconteceu um fato de querer colocar eu como ficha suja. Porém está prescrito o processo, quando eu me candidatei, o desembargador relator, deu uma liminar suspendendo os efeitos para que eu pudesse ser candidato. Mesmo assim, o TRE entendeu muito apertado, e decidiu contra a minha pessoa, e disputei a eleição sem registro”, explanou o deputado. 

 

O deputado garante que mesmo sem registro conseguiu realizar uma campanha “limpa e confiável” perante o seu eleitor.

 

“Mesmo assim, tive a felicidade ter 23 mil votos de pessoas que confiaram em mim. Meus advogados devem entrar no TSE pedindo a diplomação, se Deus quiser vai dar certo. Por onde andei as pessoas falam que isso é um absurdo”.

 

Fonte: Mídia News

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