Paranatinga, 12 de Dezembro de 2018

Ecônomia

EMPREGOS

Avalone defende incentivos fiscais e cita 45 mil empregos gerados só na indústria

Publicado 27/03/2018 12:12:33


O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, Carlos Avalone (PSDB), defendeu a política de incentivos fiscais aos deputados estaduais, na manhã desta terça-feira (27), durante audiência pública que debate o tema na Assembleia Legislativa de Mato Grosso. De acordo com ele, somente na indústria, a isenção de impostos gera contrapartida de 45 mil empregos, o que representa quase a metade de tudo o que é gerado pelo setor em Mato Grosso.
 

Avalone argumenta que criou-se na sociedade a falsa impressão de que os incentivos fiscais são prejudiciais ao Estado, porque “tiram” dos cofres públicos dinheiro que poderia era aplicado em áreas fundamentais como saúde, educação e segurança. Além disso, os esquemas de gestões passadas serviram para macular ainda mais as desonerações de empresas.
 
“Na prática, a contrapartida tem acontecido. O problema é que nós estamos mal de comunicação, nós não estamos comunicando bem com a sociedade, eu vou mostrar tudo isso. Na realidade, este governo, o governo Pedro Taques, ele diminuiu os incentivos fiscais, o governo Pedro Taques saneou os incentivos fiscais e está propondo um marco de transparência. o que faltava era transparência com efetividade dos incentivos e eu estou demonstrando hoje aqui, que eles existem”, sustentou, em entrevista concedida ao Olhar Direto.
 
“Hoje, 96 mil empregos são a quantidade de empregos da indústria de Mato Grosso. Desse total, por causa do Prodeic [Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso], tem 45 mil empregos”, argumenta. “O mais importante não é falarmos tanto das gestões, ela é importante e eu vou deixar claro aqui, mas é mostrar que os incentivos são importantes, porque hoje a credibilidade dos incentivos acabou, a sociedade pensa que dar incentivo fiscal é o mesmo que tirar dinheiro da saúde e por no bolso do empresário. E com certeza não é. Eu vou mostrar que os incentivos fiscais estão gerando renda”, completou.
 
Na apresentação feita aos deputados estaduais Avalone argumentou que na gestão taques não houve aumento de incentivos, como acredita-se. “Isso é um problema que aconteceu porque o Tribunal de Contas determinou uma mudança na forma de contabilizar os incentivos fiscais em 2017. Então, em 2017 e 2018 houve um aumento porque a contabilização mudou, mas ela mudou em cima dos incentivos não programados, portanto aqueles que não são de atribuição da secretaria de Desenvolvimento Econômico. Os da Sedec continuam sendo os mesmo que sempre foram e nos mesmo valores que foram, ou melhor, neste governo diminuiu”, explicou.
 
 

 

Fonte: OLHAR DIRETO

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