Paranatinga, 15 de Outubro de 2018

Cidades

Segunda criança morre com suspeita de H1N1 em Mato Grosso dentro de quatro dias

H1N1 | 06/05/2018 11:41:57


Uma criança de sete anos morreu na quarta-feira (2) com suspeita de ter contraído o vírus influenza  H1N1, no Hospital Municipal de Juína (a 734 quilômetros de Cuiabá). O menino foi internado no último dia 29 com suspeita de pneumonia, mas teve seu quadro de saúde agravado e não resistiu. Este é o segundo caso de morte sob investigação registrado em um período de quatro dias, no Estado. 


Ele deu entrada no Hospital Municipal no último domingo (29), com um quadro de pneumonia. No dia 30, foi transferido para Unidade de Tratamento Intensivo (UTI), onde permaneceu por dois dias, não resistiu e foi a óbito. 

Segundo a Vigilância Epidemiológica do município, além do H1N1, há suspeita de outras patologias. No entanto, os exames devem sair em até 30 dias.

Outro caso sob investigação foi registrado nesta semana. Um bebê, de um ano e seis meses morreu no Hospital Regional Albert Sabin, em Alta Floresta (a 812 quilômetros de Cuiabá), com suspeita de ter contraído o vírus.  A criança deu entrada no sábado (27) com um quadro de gripe. Ela também foi diagnosticada com pneumonia, que evoluiu tomando conta dos pulmões. O quadro evolui rapidamente e a criança não resistiu e morreu domingo (29). 

Boletim epidemiológico divulgado pela Secretaria do Estado e Saúde (Ses) aponta que até o dia 27 março, Mato Grosso já possuía um total de 102 casos notificados. No total, 15 pessoas vieram a óbito, o que corresponde a 14,70% do total de suspeitos e outros sete casos, até então, estavam em investigação.
 
A campanha de prevenção começou no último dia 23. As doses serão distribuídas para os municípios durante o final de semana pela Vigilância e com o apoio dos Escritórios Regionais de Saúde.

Do total de óbitos, um foi confirmado como gripe influenza A não subtipado (6,66%), um por influenza A por H1N1 (6,66%), um por influenza B (6,66%), seis Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) não especificado (40%) e sete óbitos (46,66%) estão sob investigação.

 

Fonte: Olhar Direto

Rádios

Anuncios

CURTA NOSSA FAN PAGE