Paranatinga, 22 de Março de 2019

Cidades

Motorista embriaga

Motorista embriagada defeca em Fiat Toro durante perseguição policial

Publicado 03/03/2019 12:50:31


Uma mulher de 38 anos, identificada pelas iniciais J.P.S, foi presa na noite desta sexta-feira (01) após resistir a abordagem  de policiais. De acordo com o boletim de ocorrências, ela dirigia um Fiat Toro em alta velocidade e fazendo ziguezague pela região central de Várzea Grande e, após denunciais, foi interpelada por viaturas que iniciaram uma perseguição. Finalmente abordada, a mulher desceu do veículo defecada e, segundo oficiais, assumiu ter ingerido bebida alcoólica.

or volta das 23h quando colidiu na traseira de um Onix em que estava um casal. Com o choque, uma das vítimas acabou sofrendo lesões na região torácica. A motorista do Toro fugiu sem prestar socorro.

Por meio de uma denúncia anônima, a Polícia Militar conseguiu identificar o veículo de J. e iniciou uma perseguição. De acordo com os policiais a motorista ignorou uma série de ordens e sinais para que parasse o veículo.

Quando finalmente foi abordada, J. desceu de seu veículo questionando a ação de policiais. Neste momento ela estava defecada e, conforme o B.O, seu veículo também estava sujo de fezes.

“Ao descer do veiculo quase caiu ao solo e ainda indagou aos policiais ‘porque estão me parando’. Foi visualizado que a suspeita aparentava visível estado de embriaguez, pois apresentava sinais tais como descoordenação motora, hálito etílico e fala desconexa. Neste momento indagamos a suspeita se havia ingerido bebida alcoólica, onde tivemos como resposta que sim”, diz trecho do B.O. J., no entanto, não quis realizar o teste do bafômetro.

Já na delegacia, J. acusou policiais de coação. Acompanhado de uma advogada, o marido da suspeita, de acordo com o boletim de ocorrências, teria ameaçado acionar uma desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso “para que tomasse providencias contra os policiais”.

Diante dos fatos, J. foi presa em flagrante e deverá passar por audiência de custódia. A Polícia Civil deve investigar o caso.

 

Fonte: Olhar Direto

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