Paranatinga, 18 de Novembro de 2018

Cidades

Atos de tortura não são realidade nas delegacias, afirma Polícia

OPERAÇÃO | 18/10/2018 13:42:52


 

A Polícia Civil de Mato Grosso afirmou que "atos de tortura não são uma realidade" nas delegacias do Estado e o caso referente à Operação Cruciatus terá "apuração rigorosa".

 

A operação, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco), cumpriu mandados de prisão na manhã de terça-feira (16) contra o delegado da Polícia Civil Edison Ricardo Pick e os investigadores Woshigton Kester Vieira e Ricardo Sanches em Colniza (a 1.077 km de Cuiabá).

 

“Atos de tortura não são uma realidade dentro das delegacias da instituição. A Diretoria por meio de sua Corregedoria de Polícia faz o acompanhamento e apuração rigorosa de todas as eventuais denúncias de fatos que mencionem condutas irregulares de seus agentes público”, consta em nota encaminhada a imprensa na noite de quarta-feira (17).

 

Conforme nota, a denúncia se refere a um fato isolado de violação aos direitos humanos. E dentro da instituição, caso comprovado, os agentes serão "severamente punidos".

 

As investigações feitas pelo Ministério Público Estadual (MPE), que culminaram na operação, apontam que os agentes praticaram atos de tortura contra três suspeitos de crimes. Em duas ocasiões, há relatos do uso de sacolas de plástico para asfixiar as vítimas.      

 

Em nota, a Polícia Civil ainda destacou a necessidade de investigação técnica e o direito à ampla defesa dos acusados. 

 

“A Corregedoria da Polícia Civil vai adotar todas as medidas cabíveis no âmbito administrativo disciplinar. No entanto, a Polícia Civil ressalva a necessidade de investigação técnica, garantindo aos profissionais direito ao devido processo legal, sobretudo, diante da garantia da presunção da inocência consagrada pela Constituição Federal”.

 

Confira nota na íntegra:

 

A Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso vem a público esclarecer que atos de tortura não são uma realidade dentro das delegacias da instituição. A Diretoria por meio de sua Corregedoria de Polícia faz o acompanhamento e apuração rigorosa de todas as eventuais denúncias de fatos que mencionem condutas irregulares de seus agentes públicos.

 

A Instituição assevera que denúncias isoladas de violação de direitos humanos são apuradas em sua integralidade e severamente punidas quando comprovadas.

 

A Diretoria ressalta que prestou total apoio com dois corregedores, enviados a cidade de Colniza, no cumprimento de mandados de prisão, requisitados pelo Ministério Público, em desfavor de policiais civis.

 

A Corregedoria da Polícia Civil vai adotar todas as medidas cabíveis no âmbito administrativo disciplinar. No entanto, a Polícia Civil ressalva a necessidade de investigação técnica, garantindo aos profissionais direito ao devido processo legal, sobretudo, diante da garantia da presunção da inocência consagrada pela Constituição Federal.

 

A Polícia Judiciária Civil é uma instituição de Estado, cumpridora de leis, que prega a doutrina do respeito irrestrito aos direitos fundamentais de qualquer cidadão, de modo a resguardar suas ações policiais e assegurar a legalidade dos atos.

 

Fonte: Mídia News

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