Paranatinga, 09 de Dezembro de 2019

Cidades

NA ALA EVANGÉLICA

Assassino de Kaytto é acusado de estuprar detento na PCE

Publicado 05/08/2019 14:27:19


JAD LARANJEIRA 
DA REDAÇÃO

 

O detento Edson Delfino, que estuprou e matou o menino Kaytto Guilherme do Nascimento Pinto, de 10 anos – caso de grande repercussão no Estado –, foi acusado de também estuprar um detento dentro da Penitenciária do Estado (PCE), no Bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá.

 

O caso foi denunciado pela vítima no dia 28 de julho. Na ocasião, o detento registrou um boletim de ocorrência.

 

Segundo a Secretaria de Estado e Segurança Pública (Sesp), o estupro ocorreu na ala evangélica da PCE, durante a madrugada. Edson teria abordado a vítima dentro de sua cela, onde ambos dormiam.

 

No boletim de ocorrência, a vítima relata que dormia no chão e estava frio, quando Edson ofereceu que dormissem juntos.

 

Ele relatou que acordou com o detento passando a mão em suas nádegas e se masturbando em cima dele.

 

“Que após isso foi se deitar em baixo da ‘jega’ no colchão. Que Edson ficou lhe chamando para conversar, mas a vítima disse que só conversaria quando a cadeia estivesse aberta. Que então Edson lhe deixou quieto”, diz trecho do BO.

 

O detento esperou amanhecer e relatou o abuso sexual para o pastor da ala, que acionou os agentes penitenciários. A vítima foi conduzida para a Central de Flagrantes para o registro da ocorrência.

 

 

Kaytto foi enforcado após ser estuprado por detento, em 2009

A Sesp informou que o assassino do menino Kaytto foi remanejado de cela.

 

Relembre o caso Kaytto

 

O crime contra o menino Kaytto aconteceu no dia 13 de abril de 2009 e só foi descoberto com a prisão de Edson Delfino, cinco dias depois, quando ele tentava fugir de Cuiabá para Campo Grande em um ônibus. 

 

O assassinato se deu após Edson ter violentado sexualmente o garoto e este ter dito que iria contar o fato para o pai, Jorgemar Silva Pinto.

 

O assassino revelou que, assim que violentou o menino, pegou a cueca dele e, usando um pedaço de madeira, fez uma espécie de "torniquete" e o enforcou.

 

Durante o seu julgamento em 2010, ele assumiu a autoria do crime perante aos jurados, reafirmando todas as declarações dadas às autoridades policiais.

 

Ele contou poucos detalhes do acontecido no matagal, onde violentou e matou o menino, alegando que não conseguiria expressar e nem mesmo se lembrar do que aconteceu no local.

 

 

Fonte: Midia News

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